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PGRSS: o que a RDC 222 exige da sua clínica (e como não ser autuada)

PGRSS Julho de 2026 MVA Ambiental

Toda clínica, laboratório ou consultório que gera resíduo de serviço de saúde precisa de um PGRSS. Não é papelada opcional: é a exigência central da RDC 222/2018 da Anvisa, e é o que a fiscalização pede primeiro.

O PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde) é o documento que descreve, do início ao fim, como a sua unidade lida com o resíduo que gera: geração, segregação, acondicionamento, identificação, coleta interna, armazenamento, transporte e destinação final. A RDC 222/2018 entrou em vigor em setembro de 2018, substituindo a antiga RDC 306/2004, e vale para todo serviço gerador, do grande hospital ao consultório odontológico de uma sala.

A lógica começa na segregação por grupo, no momento em que o resíduo é gerado. São cinco grupos: A (risco biológico, os infectantes), B (químicos), C (rejeitos radioativos), D (comuns, equivalentes ao lixo doméstico) e E (perfurocortantes). Misturar grupos é o erro mais comum e o mais caro: um perfurocortante no saco errado transforma resíduo comum em resíduo de risco e contamina todo o fluxo.

Há um ponto que gera confusão e vale esclarecer: se a sua unidade gera exclusivamente resíduo do Grupo D, a RDC 222 permite substituir o PGRSS completo por uma notificação à vigilância sanitária para obter a licença. Mas basta gerar um perfurocortante ou um resíduo infectante para o plano completo voltar a ser obrigatório, e é o caso da imensa maioria das clínicas.

A responsabilidade pelo resíduo acompanha o gerador até a destinação final. Mesmo depois de a coleta sair pela porta, se o destino não for licenciado e documentado, a conta ainda é sua. A sua clínica consegue provar, hoje, onde cada resíduo foi parar?

Na fiscalização, três coisas derrubam a maioria dos serviços: PGRSS inexistente ou desatualizado, resíduo sem rastreabilidade (sem o Manifesto de Transporte de Resíduos, o MTR, que comprova o caminho da geração ao destino) e equipe sem treinamento registrado. Nenhuma delas é difícil de resolver. Todas são difíceis de justificar depois que o auto de infração chega.

É exatamente esse trabalho que a MVA Ambiental faz pela sua clínica: montar e manter o PGRSS, organizar a segregação e o acondicionamento, cuidar do transporte com empresa licenciada e da destinação documentada, para você cuidar do paciente sem se preocupar com a próxima visita da vigilância. Para começar a colocar a casa em ordem hoje, baixe o nosso checklist gratuito com as dez verificações essenciais do PGRSS.

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